Hoje a Igreja celebrou o glorioso São Pio de Pietrelcina, o mais famoso santo do século XX, marcado com os estigmas da Paixão do Senhor e muitos outros sinais místicos. De fato, celebrar São Pio é celebrar a vida de um grande homem de Deus. Naquele mesmo convento, naquela mesma época, viveu também o Frei... como era o nome dele mesmo? Talvez nem mesmo os atuais freis que lá vivem e trabalham lembrem mais do seu nome, do seu rosto, da sua existência... Era um frade piedoso, que gostava de passar horas diante do sacrário da Capela do Convento, que celebrava a sua Missa de um modo simples, sem grandes sinais místicos, mas com uma piedade interior que somente era perceptível aos olhos de Deus. Nunca mostrou ser um grande pregador, mas se esmerava em fazer suas homilias de modo simples. Era um grande devoto de Nossa Senhora, rezando o terço várias vezes ao dia. Sempre tinha uma palavra amiga para as pessoas, especialmente para os pobres que ajudava. Morreu também velhinho, poucos anos depois do seu confrade famoso, Padre Pio. No seu enterro, quase ninguém foi, pois poucos sabiam da sua existência e tampouco souberam da sua morte. É claro: nunca se pensou em sua beatificação ou canonização, pois era alguém pequeno, simples, sem fama alguma. Só Deus, a quem ele serviu e amou, conhece o seu nome e o tem ao seu lado, mas para o Frei... – como era o nome dele mesmo? – somente isto basta...
Casório
quinta-feira, 23 de setembro de 2021
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A SANTIDADE ESCONDIDA
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